Como escolher uma palheta de guitarra

Aprenda a escolher a melhor para o seu estilo musical

Palheta de guitarra: como escolher uma?

Escolher uma palheta para tocar guitarra pode ser uma tarefa difícil. São tantos  tipos diferentes, com flexibilidade, espessura, tamanho, cores e formatos distintos que você pode ficar confuso na hora da escolha. Mas além da questão estética da palheta é importante você saber como que o modelo dela interfere no som que você irá tirar na guitarra. O tamanho da palheta tem mais a ver com o modo como você a segura e só avaliar qual é o mais confortável pra você. Cor e marca vai ser uma questão de gosto. Agora, os elementos que realmente irão influenciar diretamente no som que se tira do instrumento são a flexibilidade e espessura.
 

Palhetas leves:

 

As palhetas mais finas e leves são as que estão na faixa dos 0.5 a 0.8 milímetros. Elas, por serem muito flexível, fazem se escutar o som da palheta batendo nas cordas e isso vai influenciar o timbre da guitarra, deixando um som mais aberto nos acordes. Ela é boa para levadas mais ritmadas e o violão de aço. Entretanto é ruim para tocar solos, pois o som da palheta nas cordas atrapalha as o timbre e as articulações no solo. Também, por ser muito fina, é comum que se quebre ao se fazer uma levada mais pesada.
 

Palhetas pesadas:

 

De 2 a 3 milímetros nós temos as palhetas extremamente rígidas, que são ideais para solos. Funciona bastante para frases com bend, e para tocar Jazz e Blues, por ter um timbre mais escuro. Já para uma levada de Pop/Rock, ou funk, não é indicada. Muito rígidas, elas quase não dobram e não sofrem tanto com o risco de quebrar.
 

Palhetas médias:

 

Entre 1 e 2 milímetros encontramos as palhetas de meio termo. Nem muito flexíveis, nem muito rígidas. Elas são indicadas para quem quer misturar levadas ritmadas com solos no meio. Assim você consegue ter o timbre mais aberto das palhetas leves, legal para levadas de Pop/Rock, por exemplo, e também consegue fazer solos sem que a flexibilidade extrema da palheta dificulte a sua articulação.
 

E aí, gostou da dica? Para entender ainda mais sobre o assunto, confira o vídeo do professor Nicholas Saliby:

AGENDE AQUI SUA AULA EXPERIMENTAL GRATUITA