Progressão de acordes invertidos no piano

Como fazer e qual dedilhado aplicar?

Progressão de acordes invertidos no piano

É comum termos dificuldades com o dedilhado ao tocar uma progressão de acordes invertidos no piano. Assim, nessa dica explicaremos em um exemplo de progressão como intercalar os acordes, tanto com os baixos ascendentes como descendentes. Esse exercício exige que se pense no formato da mão e em como encadear os acordes, e você pode conferir mais uma dica sobre isso clicando no link. É importante também estar familiarizado aos conceitos de inversão de tríades e tétrades.

É importante prestar atenção no que acontece no começo ao final da progressão. Vamos apresentar 3 exemplos, um com os baixos indo do agudo para o grave (descendente), outro do grave para o agudo (ascendente) e um último com notas fora da escala. Todos os exercícios estão em Dó Maior, portanto na terceira progressão teremos notas pretas, que não estão na escala de Dó natural. Isso demanda pensar em um dedilhado específico para esses casos, onde existe uma questão física da mão para se levar em conta.

 

Baixos descendentes

 

Quando vamos tocar uma música, e saímos lendo a partitura diretamente, não temos tempo de pensar no dedilhado. Então devemos antes, analisar qual sequência de notas é possível encaixar em um único dedilhado, sem repetir dedos. No caso dessa progressão abaixo, as quatro primeiras notas do baixo são possíveis tocar com a mão em uma só posição (do dó até o mi). Como depois as notas seguem para baixo, é necessário ajustar a mão para essa região inferior, tocando o fá com o dedo 1 (polegar). Confira as sugestões de dedilhado na partitura abaixo:

 

Baixos ascendentes

 

Nessa segunda progressão de acordes invertidos, temos as notas do baixo indo do grave para o agudo.  É bem similar ao primeiro exemplo, só que dessa vez os baixos estão em sentido ascendente. Começamos então o dedilhado com o dedo 5 (mindinho) e vamos subindo com a mão.  Assim como no primeiro exemplo, aqui podemos tocar as 4 primeiras notas sem mudar a mão de posição (do dó ao lá). Só no C/G que tocamos o sol com o 5º dedo para poder continuar a sequência com as notas mais agudas que virão. Veja:

 

Notas fora da escala

 

Nesse próximo e último exemplo veremos como fazer o dedilhado com notas fora da escala de Dó Maior. Nesse caso teremos teclas pretas no baixo e é importante evitar tocá-las com o polegar. Portanto é preciso preparar um dedilhado especial para esse caso. Como você pode notar na partitura abaixo, todos os sustenidos e bemóis não são tocados com o dedo 1. O Dó# com o dedo 3, o Fá# com o dedo 2 e o Ab também com o dedo 2. Portanto é importante pensar sobre isso na hora de criar o seu dedilhado.

Para entender ainda melhor, veja esse vídeo onde o professor Mauro Cannalonga demonstra o exercício:

Veja também:

 

Como Ler Partituras – Notas de Referência

 


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